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Livreto Celebrativo | Santa Missa de Posse Canônica






LIVRETO CELEBRATIVO 

POSSE CANÔNICA 

DIOCESE DO PILAR DAS VERTENTES 

14.05.2026



ANTÍFONA DE ENTRADA 

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:

PROCISSÃO DE ENTRADA 

Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O Bispo, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

O Bispo poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

Pres.: Proceda-se a leitura da provisão canônica.

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DOM LUÍS SANTOS , OP-M,
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA,
BISPO DIOCESANO DO PILAR DAS VERTENTES.

PROVISÃO CANÔNICA

Ao clero e a todos que a este leem, 
Saudações e Bençãos da parte de Nosso Senhor. 
___________________________________

Prot. N° 022/026

Fazemos saber que, atendendo as necessidades pastorais e espirituais da Diocese do Pilar das Vertentes, após ter ouvido o Colégio de Consultores, que aprouve-lhe a este arcebispado, no que compete o seu múnus de governar, nomear o Rev.mo. Sr. Pe. Arthur Santos Dellazeri Guizzo, para o ofício de PÁROCO da PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO, com todos os direitos e deveres que o Código de Direito Canônico, nomeadamente o cânone 545 §§ 1 e 2, e as normas e diretrizes em vigor nesta nossa diocese lhe conferem, pelo período de 60 dias (3 meses)

Como Pároco devera ser cooperador da solicitude pastoral de pároco, com todos os direitos que o código de direito canônico e as prescrições diocesanas lhe conferem, como também com todos os deveres que o cargo exige, devendo interessar-te vivamente pelo cabal desempenho da missão que em nome do senhor lhe confiamos.

Recebam-no, pois, os fiéis, como seu legitimo pastor coadjuvante, ajudando-o no trabalho pastoral para o incremento do reino de Cristo na porção do povo que está nesta paroquia. Como cooperador nosso, muito lhe pedimos que ajude os fiéis, juntamente ao pároco, a constituírem uma comunidade que acolha a todos, que seja missionária e solidária, plenamente inserida na Igreja diocesana e Universal de São João del Rey.

Cuide-se que esta provisão seja lida na solene concelebração Eucarística de apresentação e transcrita integralmente nos documentos da igreja Matriz.

Dado e passado em nossa Cúria Diocesana, nesta Episcopal cidade de São João del Rey, aos Quartoze (14) dias do mês de Maio do Ano Santo Jubilar de dois mil e vinte e seis,  sob nosso sinal e selo de nossas armas.

 Luís Santos Montini, OP-M 
Episcopus Dioecesanus Pilar das Vertentes





Pe. Arthur Guizzo
Chanceler do Bispado


Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Graças a Deus!

ATO PENITENCIAL

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o sacerdote, o diácono ou outro ministro profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com Senhor, tende piedade de nós.

Para o canto se pode usar a aclamação grega: Kyrie eléison.

Pres.: Senhor, nossa paz, tende piedade de nós.
O povo responde:
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Pres.: Cristo, nossa Páscoa, tende piedade de nós.
O povo:
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Pres.: Senhor, nossa vida, tende piedade de nós.
O povo:
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
 
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:
Ass.: Amém.

(GLÓRIA)

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

ORAÇÃO DO DIA

Terminado, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração:
Ó Deus, que associastes São Matias ao colégio dos Apóstolos, concedei-nos, por sua intercessão, que, na alegria de sermos agraciados por vosso amor, mereçamos ser contados entre os eleitos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA
(Is 61,9-11)

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos
15Naqueles dias, Pedro levantou-se no meio dos irmãos e disse: 16“Irmãos, era preciso que se cumprisse o que o Espírito Santo, por meio de Davi, anunciou na Escritura sobre Judas, que se tornou o guia daqueles que prenderam Jesus. 17Judas era um dos nossos e participava do mesmo ministério. 20De fato, no livro dos Salmos está escrito: ʽfique deserta a sua morada, nem haja quem nela habite!ʼ E ainda: ʽQue outro ocupe o seu lugar!ʼ 21Há homens que nos acompanharam durante todo o tempo em que o Senhor Jesus vivia no meio de nós, 22a começar pelo batismo de João até ao dia em que foi elevado ao céu. Agora, é preciso que um deles se junte a nós para ser testemunha da sua ressurreição.” 23Então eles apresentaram dois homens: José, chamado Barsabás, que tinha o apelido de Justo, e Matias. 24Em seguida, fizeram esta oração: “Senhor, tu conheces os corações de todos. Mostra-nos qual destes dois escolhestes 25para ocupar, neste ministério e apostolado, o lugar que Judas abandonou para seguir o seu destino!” 26Então tiraram a sorte entre os dois. A sorte caiu em Matias, o qual foi juntado ao número dos onze apóstolos.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 44)

℟.: — O Senhor fez o indigente assentar-se com os nobres.

- Louvai, louvai, ó servos do Senhor, louvai, louvai o nome do Senhor! Bendito seja o nome do Senhor, agora e por toda a eternidade! 

- Do nascer do sol até o seu ocaso, louvado seja o nome do Senhor! O Senhor está acima das nações, sua glória vai além dos altos céus. 

- Quem pode comparar-se ao nosso Deus, ao Senhor, que no alto céu tem o seu trono e se inclina para olhar o céu e a terra? 

- Levanta da poeira o indigente e do lixo ele retira o pobrezinho, para fazê-lo assentar-se com os nobres, assentar-se com nobres do seu povo. 

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: 
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 9Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11E eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena. 12Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. 14Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. 16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que então pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros.
℣.Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. Eu vos disse isso para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Eu não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque dei a conhecer tudo o que ouvi do meu Pai” (Jo 15,9-17)

Meus irmãos, hoje, 14 de maio, nós celebramos, com a Igreja, a festa de São Matias, o apóstolo. A festa de hoje nos fala de uma eleição realizada num clima de comunhão e oração. Eu não li o texto da Primeira Leitura da liturgia de hoje, mas ele está no livro dos Atos dos Apóstolos.

O texto fala de alguém que se junta ao grupo, que pode somar; fala da apresentação de dois nomes, um momento de oração e invocação do Espírito Santo, uma votação e a escolha de Matias. Matias substituiu Judas Iscariotes, que traiu Jesus. Como seria lindo se nossas escolhas dos cargos na Igreja se dessem nesse clima e com essa tonalidade!

Vemos ainda tanto carreirismo e gente interessada mais em fazer o próprio nome do que evangelizar! Para completar essa reflexão de hoje, o Evangelho nos ajuda bem quando Jesus expõe aos discípulos que tipo de relacionamento ele tem com eles. Eu vos chamo amigos, porque dei a conhecer tudo o que eu vi do meu pai. Não há amor maior do que dar a vida pelos amigos.

Um plano de governo para quem quer liderar uma comunidade, coordenar um grupo ou presidir um colegiado, quem quer que seja, precisa estar disposto a dar a vida por esta obra, por esses irmãos. Jesus diz que é Ele quem escolhe aqueles que Ele quer à frente das Suas obras. Apesar da mediação humana em uma eleição, por exemplo, é Deus quem dispõe, no coração daqueles que Ele chama, o desejo de server-Lhe.

Ai daqueles que tentam usurpar o poder que só Deus pode conferir a alguém na sua Igreja! Ai daqueles que fazem dos postos de governo um palco de exibição para ganhar fama e prestígio! Quem trabalha seriamente servindo a Deus em algum cargo sabe muito bem o peso do serviço de autoridade.

São Matias intercede por nossas comunidades e pelas lideranças da nossa Igreja. Tudo é por Deus e somente por Ele.

Terminada a homilia, o presidente prossegue para o juramento de fidelidade: 

Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero.

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Pároco: Quero.

Pres.: Queres unir-te, cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?
Pároco: Quero.

Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?
Pároco: Quero, com a graça de Deus.

O Bispo diocesano:
Pres.: Prometes reverência e obediência a mim e aos meus sucessores?
Pároco: Prometo.

Pres.: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais à perfeição.

PROFISSÃO DE FÉ

Eu, N. creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

JURAMENTO DE FIDELIDADE 

Eu, N., ao assumir o ofício de (Pároco, Reitor, Cura) da N., prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.

O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

O Bispo entrega as chaves da igreja ao pároco dizendo:
Pres.: Recebe, filho caríssimo, as chaves desta Igreja. Lembra-te que ela pertence a Cristo Jesus, pois é Ele próprio por meio dos seus ministros, quem ensina, governa e santifica os fiéis. Imploro ao Pai Eterno que te faça sempre mais digno de exercer tão santas funções.

O Bispo entrega o Evangeliário ao pároco dizendo:
Pres.: Recebe, ainda o Evangelho de Cristo, sê fiel anunciadores da Boa Nova do Senhor, instrua com fidelidade o povo a ti confiado, mediante os propósitos evangélicos.

O Bispo entrega o pão e o vinho ao pároco dizendo:
Pres.: Recebe, filho dileto, o pão e o vinho, para oferecerdes o Santo Sacrifício pelo povo de Deus, pelo qual foste constituído sacerdote, profeta e rei.

O Bispo entrega as chaves do sacrário ao pároco dizendo:
Pres.: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

O Bispo entrega as chaves do batistério ao pároco dizendo:
Pres.: Recebe a Fonte Batismal, na qual irás administrar o Sacramento do Batismo e, por Ele, muitos irão renascer e poderão, pela misericórdia de Deus, ingressar na Igreja, que é o seu povo de particular propriedade; e se unirão com Cristo, que é o primogênito entre os muitos irmãos; e, finalmente, por terem recebido o Espírito de Adoção, poderão orar a Deus Pai com o novo titulo de filhos.

O Bispo entrega as chaves do confessionário ao pároco dizendo:
Pres.: Recebe o Confessionário. Desta sede sagrada, o Senhor Jesus concede aos que estão oprimidos sob o peso dos seus pecados a graça de retornarem purificados no sangue redentor. Exerce, pois, com dignidade e fidelidade, este ministério que Cristo confiou à sua Igreja.

Em seguida, o Bispo Declara empossado o novo Pároco.
Pres.: Eu, Luís Santos, OP-M, Bispo Diocesano do Pilar das Vertentes, declaro solenemente empossado como Pároco da paróquia N. o Reverendíssimo Senhor Padre N..

Neste momento, o novo pároco saúda os vossos novos fiéis e segue-se a missa normalmente.

(PROFISSÃO DE FÉ)

Diz-se o Creio e faz-se a oração universal.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Aceitai, Senhor, os dons da vossa Igreja que vos apresentamos com devoção na festa de São Matias e, por meio deles, confirmai-nos na força da vossa graça. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

PREFÁCIO DOS MÁRTIRES II
 As maravilhas de Deus na vitória dos Mártires

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.:  Na verdade, digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Vós sois exaltado quando celebramos os santos e tudo o que eles suportaram no martírio é obra admirável do vosso poder. Em vossa bondade dais o ardor da fé, inspirais a firmeza da perseverança e, no combate, concedeis a vitória, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, o céu e a terra vos adoram, entoando um cântico novo, e nós nos unimos com o coro dos Anjos, para cantar (dizer) sem cessar a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai; pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:  
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 
toma o pão 
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: 
Pres.: Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Pres.: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO E O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Pres.: ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Pres.: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:  
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Pres.: Mistério da fé e do amor!
Ou:
Ass.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
Ou:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:  
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:  
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

®Domingos:
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; *
*que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Pio, com o nosso Bispo Dom Luís, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:  
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:  
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
Une as mãos.
por Jesus Cristo, vosso Filho.  

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amém. 

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

ORAÇÃO DO SENHOR

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

COMUNHÃO

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:Senhor nosso Deus, cobri vossa família com as bênçãos do céu, e, por intercessão de São Matias, possamos participar eternamente da gloriosa sorte dos santos em vossa luz. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama
Ass.: Amém. 

ORAÇÃO VOCACIONAL – DIOCESE DO PILAR DAS VERTENTES

 

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:

 Deus Pai de infinita bondade e misericórdia, que, no silêncio do vosso amor, continuais a chamar homens e mulheres para o serviço do vosso Reino, volvei o vosso olhar para a Diocese do Pilar das Vertentes. Derramai abundantemente o vosso Espírito Santo sobre este povo que vos pertence, para que nele floresçam vocações santas, generosas e ardorosas ao sacerdócio, à vida religiosa e às múltiplas formas de consagração.

Despertai, Senhor, no coração de nossos jovens, o encanto pela vossa presença e a coragem de vos seguir sem reservas, para que, dóceis à vossa voz, saibam oferecer a própria vida como dom, dizendo um “sim” confiante e fiel ao vosso chamado. Sustentai, com a força da vossa graça, aqueles que já foram escolhidos, para que perseverem com alegria, fidelidade e zelo apostólico, tornando-se sinais vivos do vosso amor no meio do mundo.

E, pela poderosa intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora do Pilar, Mãe solícita e Padroeira, confiamos todas as vocações desta amada Diocese, para que, sustentadas por sua ternura materna, cresçam e frutifiquem para a glória do vosso Nome e a salvação de todos.

Por Cristo, nosso Senhor. Amém.


Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Em lugar da bênção habitual, pode-se dar a bênção seguinte.
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O bispo estende as mãos:
Pres.: Deus que, pela ressurreição do seu Filho único, vos deu a graça da redenção e vos tornou seus filhos, vos conceda a alegria de sua bênção.
Ass.: Amém.

Pres.: Deus que pela redenção de Cristo vos concedeu o dom da verdadeira liberdade1 por sua misericórdia vos torne participantes da herança eterna.
Ass.: Amém.

Pres.: E, vivendo agora retamente, possais no céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes no Batismo.
Ass.: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: E a benção de Deus onipotente,  Pai,  e Filho, e ✠ Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.



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