LIVRETO CELEBRATIVO - SANTA MISSA DO 2° DIA DO TRÍDUO DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA E FESTA DE SÃO BARNABÉ
XI.VI.MMXXVI
PROCISSÃO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
PROCURANDO UM MARTÍRIO CORAJOSO
TU DEIXASTE TEU QUERIDO PORTUGAL
FOI NA ITÁLIA, PORÉM, QUE, GENEROSO
TE DOASTE DE OUTRA FORMA, SEM IGUAL
DANDO AOS POBRES O PÃO DA CARIDADE
TAMBÉM DESTE O PÃO ESPIRITUAL
SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA E DE LISBOA
TU QUE LEVAS O MENINO JESUS
INTERCEDE POR NÓS, NOS ABENÇOA
TRAZE A NÓS O ESPLENDOR DE SUA LUZ
DESCOBRISTE A POBREZA DE FRANCISCO
COMO TUA MAIS SUBLIME VOCAÇÃO
ENCONTRASTE NA ALEGRIA DO EVANGELHO
A BELEZA PARA A TUA PREGAÇÃO
SALVE, ANTÔNIO, ENTRE OS POBRES PEQUENINOS
ÉS TÃO GRANDE PELA TUA INTERCESSÃO
SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA E DE LISBOA
TU QUE LEVAS O MENINO JESUS
INTERCEDE POR NÓS, NOS ABENÇOA
TRAZE A NÓS O ESPLENDOR DE SUA LUZ
SACUDINDO A POEIRA DAS SANDÁLIAS
CONTRA OS QUE NÃO TE QUERIAM ESCUTAR
ENCONTRASTE NOS PEIXES TEUS OUVINTES
UM PROFETA NÃO PODE SE CALAR
AINDA HOJE ANUNCIAS A PALAVRA
PELA TUA SANTIDADE EXEMPLAR
ANTÍFONA DE ENTRADA
(At 11, 24)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona que vem no Missal, ou por todos os fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor:
Feliz este santo, que mereceu ser contado entre os Apóstolos: pois era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé.
SAUDAÇÃO
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres.: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres.: Senhor, que sois o caminho que leva ao Pai, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que sois a verdade que ilumina os povos, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que sois a vida que renova o mundo, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
HINO DE LOUVOR
Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;Ó Deus, que mandastes separar São Barnabé, cheio de fé e do Espírito Santo, para converter as nações, concedei que o Evangelho de Cristo, que ele anunciou com tanta firmeza, seja pregado fielmente por palavras e obras. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados:
Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, 11, 21bmuitas pessoas acreditaram no Evangelho e se converteram ao Senhor. 22A notícia chegou aos ouvidos da Igreja que estava em Jerusalém. Então enviaram Barnabé até Antioquia.
23Quando Barnabé chegou e viu a graça que Deus havia concedido, ficou muito alegre e exortou a todos para que permanecessem fiéis ao Senhor, com firmeza de coração. 24É que ele era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E uma grande multidão aderiu ao Senhor. 25Então Barnabé partiu para Tarso, à procura de Saulo. 26Tendo encontrado Saulo, levou-o a Antioquia. Passaram um ano inteiro trabalhando juntos naquela Igreja, e instruíram uma numerosa multidão. Em Antioquia os discípulos foram, pela primeira vez, chamados com o nome de cristãos.
13, 1Na Igreja de Antioquia, havia profetas e doutores. Eram eles: Barnabé, Simeão, chamado o Negro, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado junto com Herodes, e Saulo. 2Um dia, enquanto celebravam a liturgia, em honra do Senhor, e jejuavam, o Espírito Santo disse: “Separai para mim Barnabé e Saulo, a fim de fazerem o trabalho para o qual eu os chamei”. 3Então eles jejuaram e rezaram, impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo, e deixaram-nos partir.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
℟. O Senhor fez conhecer seu poder salvador, e às nações sua justiça.
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória. ℟.
— O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel. ℟.
— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai! ℟.
— Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa e da cítara suave! Aclamai, com os clarins e as trombetas, ao Senhor, o nosso Rei! ℟.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Fazei-me conhecer vossa estrada, vossa verdade me oriente e me conduza!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7“Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. 8Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! 9Não leveis ouro nem prata nem dinheiro nos vossos cintos; 10nem sacola para o caminho, nem duas túnicas nem sandálias nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento.11Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. 12Ao entrardes numa casa, saudai-a. 13Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
Todos respondem:
℟.: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMÍLIA
Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
LADAINHA DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA
Então canta-se a ladainha do Santo Padroeiro.
Refrão: SANTO ANTÔNIO DE LISBOA, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
GLORIOSO FILHO DE SÃO FRANCISCO, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
FIEL SERVO DE JESUS CRISTO, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
ARCA VIVA DAS SAGRADAS ESCRITURAS, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
PREGADOR DO EVANGELHO, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
DOUTOR EVANGÉLICO, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
MESTRE DA VERDADE, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
DEFENSOR DA FÉ CATÓLICA, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
MARTELO DOS HEREGES, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
ZELOSO ANUNCIADOR DA PALAVRA DE DEUS, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
LUZ DOS PECADORES, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
EXEMPLO DE HUMILDADE, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.
CONVITE À ORAÇÃO
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres.: Santificai, Senhor, com vossa bênção, os dons que vos apresentamos e acendei em nós, por vossa graça, o fogo do vosso amor, que impulsionou São Barnabé a levar a luz do Evangelho às nações. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
PREFÁCIO DOS MÁRTIRES II
As maravilhas de Deus na vitória dos Mártires
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Vós sois exaltado quando celebramos os santos e tudo o que eles suportaram no martírio é obra admirável do vosso poder. Em vossa bondade dais o ardor da fé, inspirais a firmeza da perseverança e, no combate, concedeis a vitória, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, o céu e a terra vos adoram, entoando um cântico novo, e nós nos unimos com o coro dos Anjos, para cantar (dizer) sem cessar a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai; pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Pres.: Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Pres.: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO E O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Pres.: ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Pres.: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Pres.: Mistério da fé e do amor!
Ou:
Ass.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
Ou:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!