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Livreto Celebrativo | 2° Dia do tríduo de Santo Antônio e Festa de São Barnabé

 


LIVRETO CELEBRATIVO - SANTA MISSA DO 2° DIA DO TRÍDUO DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA E FESTA DE SÃO BARNABÉ 

XI.VI.MMXXVI


RITOS INICIAIS

PROCISSÃO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

PROCURANDO UM MARTÍRIO CORAJOSO
TU DEIXASTE TEU QUERIDO PORTUGAL
FOI NA ITÁLIA, PORÉM, QUE, GENEROSO
TE DOASTE DE OUTRA FORMA, SEM IGUAL
DANDO AOS POBRES O PÃO DA CARIDADE
TAMBÉM DESTE O PÃO ESPIRITUAL

SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA E DE LISBOA
TU QUE LEVAS O MENINO JESUS
INTERCEDE POR NÓS, NOS ABENÇOA
TRAZE A NÓS O ESPLENDOR DE SUA LUZ

DESCOBRISTE A POBREZA DE FRANCISCO
COMO TUA MAIS SUBLIME VOCAÇÃO
ENCONTRASTE NA ALEGRIA DO EVANGELHO
A BELEZA PARA A TUA PREGAÇÃO
SALVE, ANTÔNIO, ENTRE OS POBRES PEQUENINOS
ÉS TÃO GRANDE PELA TUA INTERCESSÃO

SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA E DE LISBOA
TU QUE LEVAS O MENINO JESUS
INTERCEDE POR NÓS, NOS ABENÇOA
TRAZE A NÓS O ESPLENDOR DE SUA LUZ

SACUDINDO A POEIRA DAS SANDÁLIAS
CONTRA OS QUE NÃO TE QUERIAM ESCUTAR
ENCONTRASTE NOS PEIXES TEUS OUVINTES
UM PROFETA NÃO PODE SE CALAR
AINDA HOJE ANUNCIAS A PALAVRA
PELA TUA SANTIDADE EXEMPLAR 

ANTÍFONA DE ENTRADA
(At 11, 24)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona que vem no Missal, ou por todos os fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor:
  Feliz este santo, que mereceu ser contado entre os Apóstolos: pois era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. 

SAUDAÇÃO

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres.: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres.: Senhor, que sois o caminho que leva ao Pai, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Pres.: Cristo, que sois a verdade que ilumina os povos, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.

Pres.: Senhor, que sois a vida que renova o mundo, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.

Segue-se a absolvição:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.

HINO DE LOUVOR

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.

ORAÇÃO DO DIA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: 
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, que mandastes separar São Barnabé, cheio de fé e do Espírito Santo, para converter as nações, concedei que o Evangelho de Cristo, que ele anunciou com tanta firmeza, seja pregado fielmente por palavras e obras. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. 
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA


O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados:
Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos

Naqueles dias, 11, 21bmuitas pessoas acreditaram no Evangelho e se converteram ao Senhor. 22A notícia chegou aos ouvidos da Igreja que estava em Jerusalém. Então enviaram Barnabé até Antioquia.
23Quando Barnabé chegou e viu a graça que Deus havia concedido, ficou muito alegre e exortou a todos para que permanecessem fiéis ao Senhor, com firmeza de coração. 24É que ele era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E uma grande multidão aderiu ao Senhor. 25Então Barnabé partiu para Tarso, à procura de Saulo. 26Tendo encontrado Saulo, levou-o a Antioquia. Passaram um ano inteiro trabalhando juntos naquela Igreja, e instruíram uma numerosa multidão. Em Antioquia os discípulos foram, pela primeira vez, chamados com o nome de cristãos.
13, 1Na Igreja de Antioquia, havia profetas e doutores. Eram eles: Barnabé, Simeão, chamado o Negro, Lúcio de Cirene, Manaém, que fora criado junto com Herodes, e Saulo. 2Um dia, enquanto celebravam a liturgia, em honra do Senhor, e jejuavam, o Espírito Santo disse: “Separai para mim Barnabé e Saulo, a fim de fazerem o trabalho para o qual eu os chamei”. 3Então eles jejuaram e rezaram, impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo, e deixaram-nos partir.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL


O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão

℟. O Senhor fez conhecer seu poder salvador, e às nações sua justiça.

— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória. ℟.

— O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel. ℟.

— Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, alegrai-vos e exultai! ℟.

— Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa e da cítara suave! Aclamai, com os clarins e as trombetas, ao Senhor, o nosso Rei! ℟.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Sl 24, 4b. 5a)

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Fazei-me conhecer vossa estrada, vossa verdade me oriente e me conduza!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mt 5, 17-19)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: 
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
℣.: 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7“Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. 8Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! 9Não leveis ouro nem prata nem dinheiro nos vossos cintos; 10nem sacola para o caminho, nem duas túnicas nem sandálias nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento.11Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. 12Ao entrardes numa casa, saudai-a. 13Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
Todos respondem: 
℟.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMÍLIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

LADAINHA DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA 

Então canta-se a ladainha do Santo Padroeiro.

 Refrão: SANTO ANTÔNIO DE LISBOA, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA,  INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 GLORIOSO FILHO DE SÃO FRANCISCO, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 FIEL SERVO DE JESUS CRISTO, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

ARCA VIVA DAS SAGRADAS ESCRITURAS,  INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 PREGADOR DO EVANGELHO,  INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 DOUTOR EVANGÉLICO,  INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 MESTRE DA VERDADE, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 DEFENSOR DA FÉ CATÓLICA,  INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 MARTELO DOS HEREGES,  INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 ZELOSO ANUNCIADOR DA PALAVRA DE DEUS,  INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 LUZ DOS PECADORES,  INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

 EXEMPLO DE HUMILDADE, INTERCEDEI A DEUS POR NÓS.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o corporal.

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio.

CONVITE À ORAÇÃO

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres.: Santificai, Senhor, com vossa bênção, os dons que vos apresentamos e acendei em nós, por vossa graça, o fogo do vosso amor, que impulsionou São Barnabé a levar a luz do Evangelho às nações. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass.: Amém.

PREFÁCIO DOS MÁRTIRES II
 As maravilhas de Deus na vitória dos Mártires

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.:  Na verdade, digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Vós sois exaltado quando celebramos os santos e tudo o que eles suportaram no martírio é obra admirável do vosso poder. Em vossa bondade dais o ardor da fé, inspirais a firmeza da perseverança e, no combate, concedeis a vitória, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, o céu e a terra vos adoram, entoando um cântico novo, e nós nos unimos com o coro dos Anjos, para cantar (dizer) sem cessar a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai; pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:  
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 
toma o pão 
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: 
Pres.: Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Pres.: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO E O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Pres.: ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Pres.: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:  
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Pres.: Mistério da fé e do amor!
Ou:
Ass.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
Ou:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:  
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:  
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!


1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Pio, com o nosso Bispo Dom Luís e Dom Gustavo, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:  
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:  
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (Santos Antônio e São Barnabé) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
Une as mãos.
por Jesus Cristo, vosso Filho.  

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amém. 

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

ORAÇÃO DO SENHOR

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

COMUNHÃO

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ao recebermos, Senhor, o penhor da vida eterna, humildemente vos pedimos: concedei-nos contemplar um dia em plenitude o que, na comemoração do apóstolo São Barnabé, celebramos nos sinais do sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

ORAÇÃO VOCACIONAL – DIOCESE DO PILAR DAS VERTENTES

 

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:

 Deus Pai de infinita bondade e misericórdia, que, no silêncio do vosso amor, continuais a chamar homens e mulheres para o serviço do vosso Reino, volvei o vosso olhar para a Diocese do Pilar das Vertentes. Derramai abundantemente o vosso Espírito Santo sobre este povo que vos pertence, para que nele floresçam vocações santas, generosas e ardorosas ao sacerdócio, à vida religiosa e às múltiplas formas de consagração.

Despertai, Senhor, no coração de nossos jovens, o encanto pela vossa presença e a coragem de vos seguir sem reservas, para que, dóceis à vossa voz, saibam oferecer a própria vida como dom, dizendo um “sim” confiante e fiel ao vosso chamado. Sustentai, com a força da vossa graça, aqueles que já foram escolhidos, para que perseverem com alegria, fidelidade e zelo apostólico, tornando-se sinais vivos do vosso amor no meio do mundo.

E, pela poderosa intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora do Pilar, Mãe solícita e Padroeira, confiamos todas as vocações desta amada Diocese, para que, sustentadas por sua ternura materna, cresçam e frutifiquem para a glória do vosso Nome e a salvação de todos.

Por Cristo, nosso Senhor. Amém.


Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.


RESPONSO DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA 

Então canta-se o responsório do Santo Padroeiro.

SE MILAGRES DESEJAIS, RECORREI A SANTO ANTÔNIO; VEREIS FUGIR O DEMÔNIO E AS TENTAÇÕES INFERNAIS.

RECUPERA-SE O PERDIDO, ROMPE-SE A DURA PRISÃO, E NO AUGE DO FURACÃO, CEDE O MAR EMBRAVECIDO.

TODOS OS MALES HUMANOS SE MODERAM, SE RETIRAM; DIGAM-NO AQUELES QUE O VIRAM, DIGAM-NO OS PADUANOS.

RECUPERA-SE O PERDIDO, ROMPE-SE A DURA PRISÃO, E NO AUGE DO FURACÃO, CEDE O MAR EMBRAVECIDO.

PELA SUA INTERCESSÃO, FOGE A PESTE, O ERRO E A MORTE; O FRACO TORNA-SE FORTE, E TORNA-SE O ENFERMO, SÃO.

RECUPERA-SE O PERDIDO, ROMPE-SE A DURA PRISÃO, E NO AUGE DO FURACÃO, CEDE O MAR EMBRAVECIDO.

GLÓRIA AO PAI, AO FILHO E AO ESPÍRITO SANTO.

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: ROGAI POR NÓS, BEM-AVENTURADO SANTO ANTÔNIO.
Ass.: PARA QUE SEJAMOS DIGNOS DAS PROMESSAS DE CRISTO.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.


ORAÇÃO DE SANTO ANTÔNIO

Então se reza a oração do santo padroeiro:

Pres.: Ó Deus, nós vos suplicamos que alegreis a vossa Igreja com a solenidade votiva do bem-aventurado Santo Antônio, vosso confessor e doutor, para que, fortalecida sempre com os espirituais auxílios, mereça gozar os prazeres eternos. Por Jesus Cristo, nosso Senhor.Ao terminar, o povo aclama:

Ass.: Amém.

BÊNÇÃO FINAL

Em lugar da bênção habitual, pode-se dar a bênção seguinte.
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O bispo estende as mãos:

Pres.: Deus, que vos concedeu a graça de imitar a admirável constância dos santos mártires na profissão da fé, vos fortaleça em toda tribulação e confirme os vossos corações no seu amor. 

Ass.: Amém.

Pres.: Ele, que concedeu aos santos mártires a coragem de permanecerem fiéis até o fim, vos torne testemunhas firmes do Evangelho de Cristo. 

Ass.: Amém.

Ass.:E, reunidos um dia à assembleia dos santos, possais alegrar-vos eternamente com Santo Antônio e todos os que seguiram fielmente os passos do Senhor. 

Ass.: Amém.


O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: E a benção de Deus onipotente,  Pai,  e Filho, e ✠ Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.


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